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quarta-feira, novembro 07, 2012

"Twins, triplets, quadruplets and more" Por Andrew Hoy

(As irmãs Good, nascidas em Bristol, na Inglaterra em 1948 – foram as primeiras quadrigêmeas a sobreviverem de um parto cesariano / Foto Paul Townsend)

São gêmeos? São idênticos? Foram concebidos naturalmente? Qual deles é o mais velho? Estas são algumas perguntas que pais de múltiplos ouvem o tempo todo. Um nascimento de gêmeos são o tipo mais comum de múltiplos (que representam 90% de todos os nascimentos múltiplos) em comparação os trigêmeos, quádruplos ou mais.

Gêmeos idênticos são mais raros do que gêmeos fraternais, pois eles são o resultado de um único óvulo fertilizado espontaneamente dividindo e formando dois fetos. Os gêmeos univitelinos são quase sempre do mesmo sexo. Há casos raríssimos, como neste exemplo.

Há alguns fatores que podem influenciar a chance de um nascimento múltiplo. No caso de gêmeos bivitelinos (clinicamente conhecido como gêmeos dizigóticos) são:
- Uma tendência genética para a hiper ovulação
- Ter descendência africana.
- Ser mais alta e ou mais pesada do que a média.
- A idade materna é outro fator que pode influenciar uma gestação de gêmeos bivitelinos. Não é surpreendente que a taxa de nascimentos múltiplos para mulheres com idade acima de 35 anos é de 20% - comparado com apenas 6% em mulheres abaixo dos 20 anos de idade.

Até o momento, os fatores predisponentes de geminação (idênticos) permanecem desconhecidos, conforme post sobre "Herança Genética"A gravidez múltipla tem riscos e complicações. O risco mais comum é o nascimento prematuro. A gestação quase nunca chega na 40ª semana. Mais da metade dos nascimentos de gêmeos acontecem na 35ª semana. Há também desafios logísticos dentro de unidades de terapia intensiva neonatais.

Também, não é de admirar que a privação do sono é uma forma reconhecida de tortura. As pesquisas relatam que 76% de todas as mães com recém-nascidos múltiplos- sente um esgotamento constante comparando com apenas 8% de mães com bebês únicos. Este alto número provavelmente decorre do fato de que as mães de múltiplos são cinco vezes mais propensas a sofrer depressão pós-parto.

Famílias com gêmeos tem um aumento da taxa de separação. Famílias com trigêmeos, há uma taxa de 50% de divórcio. As tensões físicas e mentais que as famílias de múltiplos vivem no dia-a-dia são exacerbadas pelos desafios financeiros.

Apesar das grandes dificuldades enfrentadas, as famílias com gêmeos e ou múltiplos se sentem especiais, privilegiadas e abençoadas.

Artigo de Andrew Hoy (foto)
The Conversation 

andrew.hoy@sydney.edu.au

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