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quinta-feira, outubro 10, 2013

Joseni e Zeni, separadas por 40 anos! (Bahia)

Joseni de Jesus e sua irmã gêmeas Zeni da Conceição
Bahia: Irmãs gêmeas se reencontram depois de 40 anos separadas!

Joseni de Jesus e Zeni da Conceição foram separadas há mais de 40 anos, ainda na infância, e se reencontraram nesta quarta-feira (9). Uma delas fez um apelo no quadro Desaparecidos, Bahia Meio Dia, jornal da TV Bahia, achando que a irmã estava longe, mas a gêmea vive hoje a menos de 10 km da casa da irmã, no bairro de Sussuarana, em Salvador.

Antes de sair de casa, Joseni de Jesus não escondeu a ansiedade para o encontro com a irmã. "Meu coração está bem rápido para encontrar logo a minha irmã", disse. A família vivia na cidade de Ipirá, mas, depois que a mãe das meninas morreu, Joseni, com oito anos, foi morar com a tia na capital baiana, e a irmã, Zeni da Conceição, ficou com a avó. O último contato que elas tiveram aconteceu por telefone, quando tinham doze anos. "Quero ver você entrando aqui por essa porta, nos abraçando. Eu quero encontrá-la onde ela estiver. Ela é o amor da minha vida", disse Joseni emocionada.

O reencontro, emocionado, acontece na casa de Zeni. "Eu já chorei muito por ela, viu? Eu ficava pensando, meu Deus, eu já não tenho mãe...", afirmou. Joseni conheceu os cinco sobrinhos e apresentou o filho mais velho para a irmã.
(Fonte: G1)

terça-feira, setembro 03, 2013

Gêmeos se reencontram após mais de 40 anos separados (PR)

O reencontro foi em Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná, no domingo (1º).

Separados há mais de 40 anos, os gêmeos Cosmo Gomes e Damião Gomes se reencontraram em Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná, no domingo (1º). "Para mim, foi a mesma coisa que estar olhando no espelho", disse Damião. Eles nasceram em 1962, em Jussara, no norte do estado e foram entregues a duas famílias pela mãe biológica quando tinham três anos de idade.

Damião foi adotado e levado para a cidade de Rio Claro (SP). Mais tarde, a nova família dele se mudou para Ribeirão Preto, onde reside até hoje. Já Cosmo morou um tempo em Jussara, foi levado pelos pais adotivos para Assis Chateaubriand, no oeste do PR, e, em 1992, foi morar em Foz do Iguaçu.

As buscas começaram há cinco anos, quando a esposa de Damião resolveu procurar o cunhado pelas redes sociais. Sem sucesso, teve a ideia de ligar na cidade onde os irmãos haviam nascido. "Quando eu liguei na prefeitura, quem me atendeu foi a Valéria. Contei a história para ela e me falou que não sabia como ajudar, mas quem poderia nos ajudar seria o Joel. Foi onde entrei em contato com o Joel e ele que ajudou a gente encontrar o Cosmo", lembrou Elenira Gomes.

A notícia foi anunciada em um alto falante instalado na cidade. No entanto, nenhuma notícia foi passada. "Tive na minha mente de encontrar no site da Justiça Eleitoral e vi que o domicílio eleitoral era aqui de Foz do Iguaçu", contou o Joel Vieira dos Santos, funcionários público da prefeitura de Jussara. "Foi muito gratificante. Da minha parte foi muito bom. A minha família que sempre teve esperança de conhecê-lo também gostaram muito", disse Cosmo. Agora, os irmãos querem reencontrar a mãe biológica. "O objetivo é saber aonde ela está", completou Cosmo. Do G1 PR, com informações da RPC TV Foz do Iguaçu

segunda-feira, julho 08, 2013

Liu e Zeng se reencontram 41 anos após o nascimento

(Foto: Chen Zhi / Huaxi Metropolis)

(O reencontro dos gêmeos com a mãe biológica)

Os gêmeos Liu Yonggang e Zeng Yong, foram separados logo após o nascimento, em 1972. Após 41 anos, os irmãos se reencontram na China.

No final de junho, um amigo de Zeng, disse que conheceu um homem na cidade de Neijiang, 200 quilômetros de distância, que parecia ser idêntico com ele. Então, Zeng, viajou pra lá (uma cidade com quase quatro milhões de habitantes) para tentar descobrir quem era aquele homem. O mais incrível, é que Liu viu Zeng e percebeu que ele era seu irmão gêmeo perdido. Devido à pobreza, os pais tinham colocado ambos para adoção com meses de vida e eles foram adotados por famílias diferentes.

Juntos, eles procuraram pela mãe biológica que mora em Jianning (hoje com 74 anos). Após a morte do primeiro marido (pai dos gêmeos) ela se casou novamente. Agora, Liu e Zeng estão organizando uma festa para celebrar o reencontro – um presente surpreendente do destino.

Por Victoria Wei e Sabrina Zeng, em Beijing / Sky News

quarta-feira, janeiro 16, 2013

O reencontro das irmãs Etta e Sandi

Separadas no nascimento, gêmeas se reencontram após 70 anos!

As irmãs Etta Stevens e Sandi Ikenn que dividiram o útero, nunca souberam da existência uma da outra. Elas cresceram em Chicago, no mesmo bairro. Separadas três dias após o nascimento e adotadas por famílias distintas, as gêmeas se reencontraram quase sete décadas depois.

“Eu sempre senti que faltava um pedaço de mim, agora me sinto completa” Etta Stevens. Semana passada, Sandi Ikenn voou de Chicago para o sul da Flórida para passar algum tempo com a irmã.

Embora sejam praticamente estranhas, as irmãs bivitelinas responderam as perguntas ao mesmo tempo, como se conhecessem a vida inteira. Filhas de uma mãe italiana, elas nasceram ao sul de Chicago, em 03 de novembro – mas Etta não quis revelar o ano.

Sandi foi adotada pelo casal Dave e Rose Boriss e cresceu no bairro de West Park Rogers, norte de Chicago. “Eu tive tudo que eu queria”, disse Sandi que se casou aos 18 anos, teve três filhos (dos quais um adotado) e ficou viúva duas vezes. Ela passou a vida inteira em Chicago e trabalhou como assistente em consultórios médicos e farmácias.

Etta foi adotada pelo casal Nathan e Kartman Sadye, e cresceu cerca de cinco minutos da casa de sua irmã gêmea, em Chicago. Ela também se casou aos 18 anos e teve três filhos com o primeiro marido. Larry Stevens, seu segundo marido, tinha um programa de rádio até meados dos anos 90, conhecido como Sr. e Sra. FM, que entrevistou celebridades de Chicago como Oprah Winfrey e Frank Sinatra.

Em 2004 Etta e Larry se mudaram para o sul da Flórida onde vivem até hoje. Foi em 2005 que Etta começou a pesquisar na internet sobre sua família biológica. Em fevereiro de 2012, as irmãs receberam uma carta do Departamento de Saúde de Illinois dizendo que seus registros de adoção estavam disponíveis e seis mêses depois elas receberam os documentos pelo correio, onde mencionava “irmã gêmea”.

"Eu chorei muito" disse Etta. Os documentos vieram com seu nome e endereço de Sandi. Pesquisando o endereço da irmã, ela conseguiu o telefone também. ”Nós conversamos, choramos, conversamos, choramos” contou Etta que duas semanas depois, viajou para Chicago para reencontrar sua irmã gêmea.

Por Carli Teproff / The Miami Herald / Foto Joe Rimkus Jr

segunda-feira, janeiro 14, 2013

Gêmeas se reencontram após 55 anos!

(Adolfina Rosa da Silva e Argentina Rosa Quinato)

Irmãs gêmeas se reencontram após 55 anos!

“Eles vieram, almoçaram em casa, depois pegaram o ônibus e foram embora, depois eu não vi mais”, conta Dona Argentina que ainda se lembra com detalhes a última vez em que viu a irmã gêmea. Hoje, aos 77 anos, ela mora em Promissão, no interior paulista, a 460 quilômetros da capital.

Dona Argentina conta que Adolfina e o marido arrendavam terras para cultivar e sempre se mudavam de cidade. Em uma destas mudanças, não mandaram mais notícias.

Dona Argentina teve três filhos, trabalhou na lavoura, nunca saiu de Promissão, e jamais se esqueceu da irmã. Ela nem imaginava por onde andaria a irmã, mas uma ligação há dez dias a surpreendeu. Do outro lado da linha, Adriana, sua sobrinha-neta, tinha achado a irmã da avó pela internet. “Uma espera de 55 anos terminou em um minuto”, lembra.

Dona Adolfina vive hoje em Dirce Reis, também no interior paulista. Criou 12 filhos trabalhando na roça. Ela também se lembra da irmã gêmea com muito carinho. “Nós duas não separávamos, a roupa que uma vestia a outra vestia, o mesmo calçado” conta.

A família do lado de Dona Argentina pensava em promover o reencontro. “Eu tinha muita vontade, sempre falava para minha mãe: ‘Vamos procurar’. Mas ela falava: “E se a gente tiver uma surpresa ruim?” conta a filha de Dona Argentina. Mas a surpresa era boa, e um encontro entre as duas foi finalmente marcado.

Dona Adolfina viajou 200 quilômetros de ônibus com filhos e netos, para reencontrar a irmã gêmea. Uma não imaginava que a outra pudesse estar tão perto. Dona Argentina espera um ônibus lotado de parentes. São 50 pessoas que ela conheceu.

Apenas duas horas e meia de viagem e uma distância de quase 60 anos chega ao fim. “Muito emocionante, a gente não tinha esperança de se encontrar”, conta Dona Argentina. Ela também reencontrou o irmão Manoel, que também não via há muito tempo.

O reencontro também deixou a família maior. E as gêmeas, separadas por 55 anos, vão ter muita história para contar uma para a outra.  

Assista a matéria veiculada no Fantástico!

quinta-feira, dezembro 13, 2012

O reencontro de Jenny Lucas e Helen Edwards

As gêmeas Jenny e Helen (64 anos) foram separadas no nascimento. Jenny foi entregue para adoção, mas em 2003 ela localizou sua mãe biológica e descobriu que tinha uma irmã, o que foi comprovado em 2009 através de um teste de DNA.

Helen, que é de Morpeth, Northumberland (Inglaterra) sempre achou que nasceu dia 4 de abril de 1950, mas os registros mostram que não houve nascimento no mesmo dia. Helen acabou descobrindo sua real data de aniversário, ela nasceu dia 2 de dezembro de 1948 junto com Jenny.

As irmãs acreditavam que provavelmente o segundo bebê havia morrido, mas testes de DNA confirmaram que Helen e Jenny são gêmeas bivitelinas. "Nossa história é uma montanha russa de emoções. Depois de 55 anos descobrirmos que somos gêmeas foi uma notícia maravilhosa, mas ao mesmo tempo, foi um verdadeiro choque também” disse Helen.

"Registros médicos de nossa mãe mostraram que ela teve cinco filhos, dois quais 4 partos foram realizados em casa, e um foi no hospital, onde ela teve gêmeos e ficou internada por onze dias. Foi um grande choque descobrir que sou gêmea, mas faz todo sentido. Somos muito parecidas, temos os mesmos gostos, personalidade semelhante e nós duas temos cães chihuahua também” disse Jenny.

Jenny, que vive em Tenterden, Kent (Inglaterra), descobriu que havia sido adotada aos 14 anos e em 1981 começou a procurar sua família biológica. Em 2003 encontrou o endereço da mãe e criou coragem para visitá-la – e para sua surpresa – foi recebida de braços abertos.

Em 2007 a mãe biológica das gêmeas faleceu e até hoje elas não sabem porque uma foi adotada e a outra não. (Fonte: Morpeth Herald)

PS: Muitos gêmeos foram adotados separadamente no Brasil. A lei (nº 12.010) que não permite que irmãos sejam separados é de Agosto de 2009. Alguns sabem que são gêmeos, mas não sabem onde estão seus irmãos. Este projeto deseja ser a ponte para que estes irmãos tenham a possibilidade de um reencontro. Quem sabe um dia, este objetivo é alcançado?

terça-feira, dezembro 11, 2012

Chinesa busca e (re)encontra sua irmã gêmea!

Chinesa que sempre era confundida descobre que tem irmã gêmea idêntica

A chinesa Bao Lulin, de 24 anos, passou três anos sendo confundida com outra pessoa, fato que a deixava bastante intrigada. Ela trabalhava como garçonete em Guizho, no sul da China, e os desconhecidos sempre perguntavam sobre o trabalho dela na Província de Fujian. Outros questionavam porque ela não os tinha reconhecido.

Foi então que, em 2009, Bao decidiu procurar sua sósia misteriosa. Em outubro passado, quando ela foi mais uma vez confundida, arrumou um jeito de conseguir o endereço. Chegando lá, ela descobriu que tinha uma irmã gêmea, Yang Yanfei. 

Elas foram separadas no nascimento e adotadas por família distintas. Yang ficou chocada. “Eu senti que eu estava olhando para o espelho”, contou. Bao acrescentou: “Parecia que a gente se conhecia há anos e anos”.

Mas, segundo o jornal "Daily Mail", há muitas semelhanças entre as irmãs. As duas se casaram em 2007, com maridos chamados Bin, e seus filhos também parecem idênticos. Elas tem a mesma voz, mesma personalidade amigável, compartilham uma série de passatempos, tem estilo semelhante de se vestir e gostam dos mesmos alimentos. As gêmeas tem uma cicatriz idêntica de um machucado de quando tinham seis anos.

Na China, há a política de um filho, e os meninos são mais valorizados porque eles carregam o nome dos ancestrais e passam a herança da propriedade para os filhos. Por isso, muitas meninas são abandonadas. Gêmeos, no entanto, estão isentos da política. (Fonte: Daily Mail / G1)

PS: Este tipo de história me arrepia. Uau.

terça-feira, novembro 06, 2012

Irmãos se reencontram após 35 anos!

Alfredo Luis Leon esperou 35 anos para reencontrar as irmãs mais novas – as gêmeas Jackie Lopez e Judy Whitsett.

A última vez que estiveram juntos, ele tinha nove anos de idade, e elas oito. Eles tem uma irmã mais velha (Aida) que ainda não foi encontrada.

Em setembro passado, Alfredo (44 anos) foi visitar as irmãs em Tri-Cities, British Columbia, no Canadá, onde moram. Depois da visita, ele decidiu mudar-se com a família de New York para ficar mais perto das irmãs.

Alfredo e Aida eram bebês quando foram colocados num orfanato no Bronx. A mãe sofria de esquizofrenia e estava muito doente. Mas, menos de um ano depois, ela deu à luz as gêmeas Jackie e Judy que foram adotadas por uma família longe do Bronx.

Aida também foi adotada e Alfredo foi levado para o orfanato St. John's Home for Boys, onde ficou até os 18 anos.

O reencontro aconteceu porque as gêmeas procuraram o irmão por mais de 10 anos. “Eu nunca perdi a esperança de que um dia encontraria minhas irmãs” finalizou feliz, Alfredo Luis Leon.

Por Dori O'Neal, Tri-City Herald

quinta-feira, junho 07, 2012

Clara e Clarisse se reencontram após 50 anos!


Irmãs gêmeas separadas no nascimento, há 50 anos, se reencontram em Vitória (ES) e comemoram aniversário juntas, pela primeira vez hoje!


Clara e Clarisse se reencontraram após 50 anos, terça-feira passada (05/06) no aeroporto Eurico de Aguiar Salles em Vitória, Espírito Santo. Elas fazem aniversário hoje e preparam uma festa há muito tempo desejada e vão comemorar a data juntas pela primeira vez.

Elas contaram que a mãe morreu no parto na Santa Casa de Misericórdia em Vitória e foram adotadas por famílias diferentes. A Tenente Clara Adriana da Fraga continuou morando na capital do estado, já Clarisse Andressa Mota morou em Linhares, na região do Rio Doce, e em seguida se mudou para Alagoas.

Há quatro anos as irmãs passaram a ter contato pela internet. “Eu fiquei sabendo que tinha uma irmã gêmea que morava em Vitória. A partir deste dia comecei a procurar e não parei mais”, contou Clarisse.

Clara disse que ficou surpresa quando viu um recado em uma rede social. “Em 2008, apareceu uma mensagem no orkut me perguntando sobre a data do meu aniversário, eu fiquei curiosa. Entrei no perfil dela e lá ela procurava a irmã, que era eu, respondi e começamos a cruzar as informações”, explicou.

Por Roger Santana / G1 ES / TV Gazeta

terça-feira, abril 03, 2012

O reencontro de Jennifer Wilson e Kathleen Millns

Jennifer procurou a irmã gêmea por 55 anos! 

INGLATERRA - Jennifer Wilson, soube que tinha uma irmã gêmea idêntica, mas não tinha mais esperança de reencontra-la desde que foram separadas ainda bebês. Jennifer cresceu em Rotherham, South Yorkshire (Inglaterra) sem saber que era filha adotiva de Elsie e Harold Walton.

Ela passava as tardes brincando num parque com suas irmãs mais velhas, Joyce Burkinshaw e Edna Marsh. Jennifer tinha 11 anos quando uma colega de escola comentou que ela era adotada. E assim, ela descobriu que sua Tia Eva (que sempre tomava chá em casa com sua mãe substituta) era na verdade, sua mãe biologica.

Dois anos depois um primo confirmou a informação e ainda contou que Jennifer era gêmea. Então, ela pediu que sua mãe contasse a verdade sobre a história do seu nascimento. Eva tinha dado à luz a gêmeas, Janet e Judith, mas alegando falta de condições para cria-las, deu uma das meninas à Elsie, a vizinha. Dessa maneira, a mãe biológica poderia acompanhar de perto o desenvolvimento de uma das filhas.

Elsie mudou o nome de Janet para Jennifer, e sua irmã gêmea Judith foi adotada por outro casal. "Eu não estava magoada. Eu tive uma criação feliz. Eu via Elsie como minha mãe, Eva como minha tia e seu filho Fred como meu primo. Nunca quis incomodar ninguém com essa história” disse Jennifer que continuou levando a vida em familia até que aos 26 anos, a mulher de Fred contou que sua irmã gêmea morava apenas 3 km de distância.

Depois que a mãe adotiva de Jennifer morreu, ela não quis aborrecer a tia Eva, então decidiu procurar pela irmã gêmea, sozinha mesmo. Jennifer casou com Howard em 1981 e teve uma filha (Nicole) em 1984. Nessa busca, ela teve total apoio do marido. Em 1997, Jennifer decidiu tentar encontrar sua irmã entrando em contato com os serviços sociais.

Em outubro de 2009, sua filha Nicole, postou uma mensagem num site de adoção. Em fevereiro de 2010, um pesquisador e produtor de um programa de TV que trata de reagrupamento familiar, entrou em contato com Jennifer, atraves da mensagem que sua filha havia postado no site.

Enquanto isso (Judith Walton) agora chamada Kathleen Millns, tinha recebido uma carta do serviço social nacional de adoção dizendo que Jennifer a procurava. Kathleen soube que era adotada aos 21 anos, mas não sabia que tinha uma irmã.

Quando leu a carta, ficou em choque. Assim como Jennifer, ela teve uma infância feliz e não tinha motivo para mergulhar no passado. Ela nunca teve vontade de procurar sua família biológica.

Um tempo depois, a equipe de TV marcou uma data para o reencontro das irmãs. Jennifer e Kathleen finalmente se reencontraram dia 12 de março de 2010 num parque da cidade aos 66 anos de idade. Quando se viram de longe, correram, se abraçaram, se beijaram e choraram.

Foram para um café e falaram muito sobre suas vidas. Kathleen revelou que esteve algumas vezes na farmacia que Jennifer trabalhou por 40 anos, mas nunca se notaram. Ambas frequentavam o mesmo dentista e não sabiam.

Dois anos depois desse reencontro, as gêmeas continuam se falando todos os dias, na tentativa de recuperar o tempo perdido. “A minha vida toda senti algo que estava faltando em mim. Agora me sinto completa” finalizou Jennifer.

Por Victoria Burt / Mirror News

quarta-feira, março 07, 2012

O reencontro de Gillian Shaw e Lily Leod

Uma das histórias que mais me chamou a atenção na matéria de Peter Miller para a Revista National Geographic, foi a das gêmeas que nasceram na China, Gillian Shaw e Lily Leod, (hoje com 12 anos) que foram adotadas ainda bebês por dois casais do Canadá - um caso raro de gêmeos criados separadamente.

O casal Kirk e Allyson MacLeod adotaram Lily foram para casa em Keswick, no norte de Toronto. O casal Mike e Lynette Shaw adotaram Gillian e a levaram para Amherstburg, perto de Windsor, onde moram.

Quando foi confirmado que eram gêmeas, depois de um teste de DNA, os pais prometeram cria-las como irmãs. Um caso raro e fascinante que para a Ciência, Lily e Gillian são um tesouro científico. Allyson encontrou em contato com Nancy Segal – uma especialista renomada em estudos sobre gêmeos em Minnesota (EUA) que também tem um irmão gêmeo.

Nancy havia encontrado uma série de múltiplos incomuns ao longo dos anos. Mas, gêmeos idênticos criados separadamente, foi inédito. A partir daí, o desenvolvimento delas foi foco de uma pesquisa valiosa.

No final dos anos 1970, O Centro de Pesquisa de Gêmeos Adotados de Minnesota começou a estudar o que era então uma nova categoria de múltiplos - os gêmeos que foram separados no nascimento, adotados por famílias diferentes e que se reencontraram na fase adulta.

Talvez o mais famoso par de gêmeos idênticos estudados foram Jim Springer e Jim Lewis (foto acima). Aos 39 anos se reencontraram e descobriram que além de gêmeos, também tinham recebido o mesmo nome.

A história deles é recheada de coincidências e foi considerada um impressionante marco pelo Dr. Thomas Bouchard’s do Centro de Pesquisa de Minnesota. O estudo abalou a comunidade científica, demonstrando, através de uma série de características, que os gêmeos criados separadamente são tão semelhantes como gêmeos criados juntos.

Agora, as gêmeas chinesas Lily e Gillian, estão dando aos pesquisadores, pela primeira vez, a oportunidade de estudar o desenvolvimento distantes delas, em tempo real – desde a infância, e se tudo correr bem, até a idade adulta.

Nancy Segal, hoje professora de psicologia da Universidade Estadual da Califórnia, encontrou cerca de 15 pares de gêmeos adotados por famílias diferentes. A maioria, meninas chinesas.

Os pesquisadores atribuem este fenômeno a política chinesa do filho único, que levou ao abandono de milhares de bebês do sexo feminino. Embora seja, oficialmente proibido na China, separar irmãos no processo de adoção, o caso de Lily e Gillian prova que na prática isso não acontece.

"O mais importante laço afetivo, provavelmente seja o relacionamento entre gêmeos. Por isso é fundamental que eles cresçam juntos” finaliza Nancy Segal.

Por Amy Dempsey / The Spec / Foto: Carlos Osório

quarta-feira, fevereiro 01, 2012

O reencontro de Lin Backlund e Emilie Falk

Gêmeas nascidas na Indonésia se reencontram 30 anos depois na Suécia, conforme jornal The Local News.

As gêmeas Lin Backlund e Nur Kasanah (depois batizada de Emilie Falk) são professoras e ambas casaram no mesmo dia, mas as coincidências não param por aí.

Lin tinha 28 anos quando recebeu uma mensagem no Facebook de uma mulher que dizia ser sua irmã gêmea. Ela não acreditou, achou que era uma loucura e ignorou a mensagem. Mas, a curiosidade a fez questionar sua mãe adotiva, sobre a possibilidade de haver alguma verdade na mensagem. Lin ficou chocada ao saber da verdade contata pelos seus pais adotivos que são suecos.

Lin estava em um orfanato em Jacarta, na Indonésia quando foi adotada com apenas oito meses de idade. Sua irmã gêmea havia deixado o orfanato um mês antes, adotada por outra família. Para saber melhor sobre a história, Lin decidiu responder à mensagem do Facebook, dizendo que estava interessada em conhecer pessoalmente a mulher que lhe escreveu, chamada Emilie Falk de Helsingborg (Suécia).

”Quando nos vimos, já nos reconhecemos. Parecia que eu conhecia Emilie a vida toda" lembra Lin Backlund. As irmãs nasceram em 18 de março de 1983 em Semarang na Indonésia. As famílias concordaram em fazer o teste de DNA que confirmou a fraternidade.

Ambas falam o mesmo idioma sueco (Skanska) e aos poucos descobriram algumas semelhanças. Além de se casarem na mesma data, também escolheram a mesma música para tocar no casamento: “You and Me”

As irmãs agora estão interessadas em conhecer o passado. “Não importa se demoramos anos para nos encontrar. O que realmente importa é que nos reencontramos” concluiu Lin.

Por Oliver Gee / The Local News

quinta-feira, novembro 24, 2011

O reencontro de Isabella e Ha Solimene

As gêmeas Isabella e Ha Solimene foram separadas no Vietnã quando ainda eram bebês. Isabella saiu de um orfanato aos 4 anos de idade e foi adotada por uma família americana, que a levou para morar em Illinois, Estados Unidos.

A família soube mais tarde que Isabella tinha uma irmã gêmea que ainda vive no Vietnã, e planejava marcar um reencontro das meninas. “Está muito difícil falar, não consigo compartilhar o que sinto. Foi muito emocionante para ela e pra mim” disse Isabella em uma entrevista por telefone.

Além de gostarem de estudar, as meninas descobriram uma paixão em comum: jogar futebol. Isabella descobriu também a verdadeira data do seu nascimento.

A família de Isabella deu à Ha um computador com acesso internet para que ambas possam manter contato via Skype. As meninas estão ansiosas para se encontrarem novamente. "Tivemos muitos momentos felizes. Foi uma grande experiência” finalizou Ha. Por Talea Miller

segunda-feira, outubro 03, 2011

Irmãos se reencontram após 50 anos!

(Em pé a esquerda é Bruce McBride gêmeo de Rebecca Crout (sentada) com os outros irmãos Gary Hicks e Peggy Algreen)

Os irmaõs gêmeos Rebecca Crout e Bruce McBride nasceram em 22 de novembro de 1960 no Hospital de Madison County em Winterset, nos Estados Unidos. Depois de 50 anos, ambos decidiram procurar seus irmãos perdidos, Gary e Peggy.

O nome de nascimento de Rebecca é Judy Kay Clemens e o de Bruce é Bill Lee Clemens. A mãe biológica, doou os gêmeos em 15/07/1961 à American Home Finding Association in Ottumwa (entidade beneficente que recebem crianças para adoção).

O casal John McBride e Hazel de Eldora, havia se cadastrado em uma agência para adotar um bebê. Essa agência entrou em contato e perguntou se eles gostariam de adotar um casal de gêmeos. Eles aceitaram. Depois de todos os procedimentos legais, a agência aprovou a adoção. E foi aí que os pais adotivos mudaram os nomes dos bebês.

Quandos eles souberam que tinha dois irmãos biológicos, decidiram investigar. Depois de uma procura árdua, os gêmeos Rebecca Crout e Bruce McBride reencontraram os irmãos Gary e Peggy. A foto acima foi tirada em 30/09/2011 num almoço familiar para celebrar o reencontro!

Artigo de Mike Donahey / Times Republican

quinta-feira, agosto 04, 2011

Irmãos se reencontram após 29 anos!

(Roberta, reencontrou o irmão gêmeo Roberto, após 13 anos de busca)

"Roberta Fernandes, foi adotada aos 9 anos em Porto Alegre, Rio Grande do Sul. Ela soube do irmão gêmeo e iniciou busca por ele em 1998.

Os irmãos gêmeos Roberta e Roberto Fernandes, 31 anos, se reencontraram ontem em Porto Alegre, após 29 anos separados. Ela foi abandonada pelos pais quando tinha 2 anos de idade e adotada aos 9 anos. O irmão foi deixado com 5 anos na Casa do Menino Jesus de Praga, na capital gaúcha, onde mora até hoje.

Segundo a direção da instituição, Roberta procurou pelo irmão por 13 anos. A busca pelo paradeiro de Roberto começou em 1998, quando decidiu saber informações sobre a família de sangue. "Agora preencheu o pedacinho que faltava no meu coração", disse Roberta durante o encontro.

O reencontro dos dois irmãos foi marcado de muita emoção. Segundo relatos de funcionários, Roberto abriu um sorriso logo que viu a irmã. "Ele ficou muito emocionado. Até ficamos espantados com tanta emoção por parte dele. Como ele tem algumas limitações por causa da paralisia cerebral, precisamos colocá-lo na cama para acalmá-los e continuar o encontro", disse Denia Palmira, responsável pela comunicação da instituição e que acompanhou o reencontro.

Antes de ser levado para a Casa do Menino Jesus de Praga, Roberto passou pelo Lar Santo Antônio dos Excepcionais. Ele sempre foi amparado por Clarinda Carvalho da Silveira, supervisora de apoio da casa, que trabalha na primeira instituição desde a inauguração, em 1984. "Eu cuidava dele desde o primeiro abrigo e acabamos criando uma afinidade muito grande. Ele é muito especial para mim", disse.

Foi Clarinda que possibilitou o cruzamento de informações sobre a origem de Roberto com a história de Roberta” Eles ainda tem um outro irmão, mais novo, com cerca de 28 anos.
O paradeiro dele ainda é desconhecido" (Fonte: G1)

terça-feira, agosto 02, 2011

O reencontro das chinesas Rachel e Natalie

"As gêmeas idênticas Rachel e Natalie, que foram adotadas separadamente na China por famílias americanas, foram reunidas em Cincinnati (cidade de Ohio, Estados Unidos). William Hoffman e sua esposa Darcie, disseram que adotaram Rachel, sem saber que ela tinha uma irmã gêmea, mas um encontro casual abriu caminho para as irmãs se conhecerem. "Foram realizados testes de DNA só para confirmar. Mas para Rachel e Natalie, era óbvio que elas eram 100% gêmeas", disse Darcie Hoffman.

Embora Natalie ficou com sua família adotiva em Orlando, o Hoffmans disse que as gêmeas sempre se visitam nas férias. "É incrível estarmos juntas a cada verão ou a cada primavera. Assim, vamos nos conhecemos mais" disse uma das meninas" (Fonte: http://www.wlwt.com )

segunda-feira, julho 25, 2011

O reencontro de Conny Holzbrecher e Ulrike Reichenbach

Ulrike Reichenbach e Conny Holzbrecher nasceram dia 4 de abril de 1969 na Alemanha Oriental e foram separadas ainda bebês. Só se reencontraram 26 anos depois. Conny foi criada como sendo filha única na cidade de Friedrichroda. Seus pais disseram que ela tinha sido adotada.

"Mas eu sempre tive esse sentimento, no fundo de minha alma, que havia algo faltando em minha vida. Um sentimento subjacente de perda” disse ela. E ela estava certa. Conny tinha uma irmã gêmea idêntica.

Elas foram adotadas por duas famílias diferentes e acabaram indo morar em ambos os lados do Muro de Berlim. Ulrike foi criado na Alemanha Ocidental afluente com todo o luxo moderno e liberdade, enquanto Conny cresceu em meio à privação do Oriente comunista. Apesar disso, ambas tiveram seus apêndices removidos aos 16 anos, ambas tiveram o primeiro filho aos 19 anos, e ambas tem a mesma carreira - gestão de eventos.

Elas tinham 20 anos quando o Muro de Berlim caiu. É impossível acreditar que foram separadas por 26 anos. Mas a história delas é um conto extraordinário de perda e de reencontro que foi publicada em um livro. Atualmente Conny e Ulrike vestem roupas semelhantes, maquiagem idêntica, e o mesmo corte de cabelo. Em suma, ambas são assustadoramente semelhante, não apenas na aparência, mas também no comportamento, gostos, senso de humor e perspectivas. Elas tem a mesma caligrafia, riem da mesma maneira e ambas são calmas, gentis e inteligentes. A única diferença é que Conny é um pouco mais alta.

(Conny e Ulrike já adotadas separadamente)

Elas se falam todos os dias por telefone. Conny ainda vive na ex Alemanha Oriental e Ulrike mora do outro lado do país, na cidade de Bad Pyrmont.

"Preferimos passar o tempo juntas a desperdiçá-lo tentando encontrar algum culpado pelo que aconteceu. A única coisa que nossa história mostra é que, não importa o que acontece, algumas pessoas são destinadas a ficarem juntas”

sexta-feira, maio 13, 2011

O reencontro de Vicky Fuentes e Maria José

Vicky Fuentes e Maria José se encontram 50 anos depois que nasceram no ano de 1959 em Leon na Espanha. Logo após o nascimento, uma delas foi supostamente roubada e entregue a um casal de Valencia, onde viveu toda sua vida.

Vicky Fuentes que mora em Leon, leu uma notícia no jornal sobre três mulheres que estavam em busca de seus irmãos gêmeos. Elas estavam convencidas de que estavam vivos, porque os médicos haviam dito na época, que os bebês foram roubados e entregues ilegalmente para adoção.

“Eu sabia que tinha uma irmã gêmea, mas meus pais disseram que ela havia morrido, por isso não me preocupei com isso. Mas, vendo a notícia, comecei a suspeitar” disse Vicky. Investigaram e encontraram muitas irregularidades. Descobriram que em 18 de agosto de 1959, Pilar Fuentes (a mãe) deu à luz dois bebês na maternidade Leon.

Então, Vicky apareceu nas páginas do jornal El Mundo contando as suas suspeitas. Sua foto foi vista em Valencia pelo marido de Maria José. Ele disse: "Há na internet uma foto de uma mulher que é muito parecida com você e está à procura de sua irmã gêmea."

Recentemente, ambas se encontraram e confirmaram que farão o teste de DNA.

(Fonte: El Pais / Matéria indicada por Elisa Campos)

terça-feira, janeiro 25, 2011

Gêmeas se conhecem aos 50 anos!

Mirta Santos e María Dolores Fernandez são gêmeas argentinas e foram separadas logo após o nascimento, em Córdoba. Elas foram criadas por famílias adotivas sem saber da existência uma da outra e se reencontraram aos 50 anos de idade graças a um programa de TV. Mirta soube que tinha uma irmã gêmea através da mãe adotiva, que lhe contou isso pouco antes de morrer. "Eu tive gêmeos e desconfiei que pudesse ser gêmea, já que os médicos dizem que é congênito", disse Mirta. Já María ficou sabendo de que tinha uma irmã por conta própria. "Sempre suspeitei que fosse adotada. Um dia peguei minha certidão de nascimento e procurei as testemunhas de meu registro em cartório. Descobri que eu tinha uma irmã gêmea", disse ela. As duas acabaram se encontrando graças a uma aparição em um programa de TV. Mirta tinha participado de um programa, dizendo que procurava uma possível irmã gêmea. "Uma amiga da minha filha disse que viu uma mulher parecida comigo na TV. Fui atrás das imagens e quando a vi parecia que era eu mesma na tela da televisão", disse Maria. Mirta disse que elas são "iguais na forma de pensar e nos gestos", apesar de terem sido educadas em ambientes diferentes. Ambas disseram que estão em "lua de mel" e que tem muito assunto para colocar em dia.
(Fonte: Portal Terra)

segunda-feira, dezembro 27, 2010

Gêmeas se reencontram na noite de Natal

(Foto: Carlos Edler)

Após 26 anos de separação, irmãs gêmeas se reencontram na noite de Natal!

A costureira Ingrid Schmidt pediu ajuda para conhecer a irmã em uma reportagem veiculada no Jornal do Almoço da RBS TV na semana passada. Pouco depois da meia noite do dia de Natal, a costureira Ingrid Schmidt, foi surpreendida por uma visita inesperada da Brigada Militar de Boa Vista do Buricá, no Rio Grande do Sul.

Ela voltava de uma festa e recebeu o presente que mais esperava: a notícia de que haviam encontrado sua irmã gêmea, da qual foi separada na maternidade. Quem uniu as duas foi o conselheiro tutelar. Marcelo Bernardi, que foi procurado por Lizandra Amaral Dias, a irmã que estava desaparecida. 

"Nós, do Conselho Tutelar, já temos alguma facilidade nesse tipo de tarefa, apesar de nesse caso não se tratar de uma criança, a gente trabalha com pessoas desaparecidas. E nesse caso, depois de contatos com a Brigada Militar, eu liguei para o Hospital de Boa Vista do Buricá para saber se havia registro de consultas da Ingrid" — relatou.

Por telefone, Marcelo contou a Ingrid que havia conseguido o contato de Lizandra, a irmã desaparecida, que hoje vive em Porto Alegre. A 1 hora da manhã do dia 25, as duas já trocavam mensagens pela internet, assustadas com a semelhança física. Para o conselheiro tutelar, o reencontro foi um "grande presente de Natal", tanto para as irmãs como para as demais pessoas envolvidas na busca. Nós não tínhamos porque esperar o amanhecer.

Imagine que essas irmãs estavam separadas há 26 anos. A ideia era para que o contato ocorresse durante a noite mesmo. Nesta manhã, o Jornal do Almoço proporcionou o esperado reencontro delas. Uma surpresa para Lizandra, que não sabia que a irmã viria de Boa Vista do Buricá para vê-la" (Fonte: Zero Hora)