Maria Fernanda Corral, 27 anos - Com as gêmeas Bruna e Fernanda de seis anos, é um exemplo. “Madrasta antigamente era a mãe postiça. Ela desempenhava o papel de mãe, pois não havia outra. Hoje deveria existir outro nome porque mãe e madrasta coexistem”, defende a arquiteta Maria Fernanda.
Todos esses dilemas são conhecidos da terapeuta familiar e madrasta Roberta Palermo, autora de Madrasta – Quando o Homem da Sua Vida já Tem Filhos e de 100% Madrasta – Quebrando as Barreiras do Preconceito. No segundo livro, ela reforça o quanto é importante levar em conta o terreno antes de construir uma nova história.Afinal, ninguém fica confortável no início de uma nova união: o pai sofre porque saiu de casa e sente falta dos filhos. A mãe, porque ficou sozinha com as crianças, tentando entender a mudança. Os filhos, porque não desejam que os pais se separem.
E a madrasta, porque não esperava se apaixonar por um homem com filhos. A terapeuta Roberta fundou a Associação das Madrastas e Enteados (AME) e, em 2002, criou um fórum que hoje soma mais de 3.500 mulheres cadastradas – a maioria na faixa dos 30 anos. (Revista TPM / Foto Marcelo Naddeo)







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