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segunda-feira, setembro 30, 2013

Para pagar vício em games, ex-astro teen trabalha em restaurante em Nova Iorque (EUA)

Dylan Sprouse em 2011 / Foto Tim Whitby
Os gêmeos Dylan e Cole Sprouse - hoje com 20 anos - fizeram um sucesso estrondoso como protagonistas das aventuras de Zack e Code: Gêmeos em Ação, da Disney. Os meninos chegaram e ter o quarto melhor salário entre os astros mirins em 2010.

Pois bem, esta semana Dylan escreveu um extenso post em seu Tumblr sobre sua 'suposta' falência depois que fãs o reconheceram quando atendia mesas num restaurante em Nova Iorque.

"Venho dizer aqui que estou trabalhando como host (anfitrião) num restaurante em Nova York. Não estou lá porque perdi todo meu dinheiro. Estou seguro financeiramente, mas aceitei este trabalho como uma forma de alimentar meu vício em videogames", esclareceu Dylan, defendendo ainda sua decisão de dar uma explicação sobre estar fora dos holofotes.

"Também fiz isso como uma maneira de tentar uma nova experiência, trabalhando um pouco abaixo das minhas expectativas e também para sair um pouco de casa. Sinto-me mais confortável quando estou trabalhando e fazendo alguma coisa e criticar alguém por isso é muito estranho. Quero voltar a atuar um dia, mas acho que essa experiência é um grande passo para mim", explicou.

Depois de seis anos de sucesso na TV, ele seu irmão gêmeo, Cole, disseram adeus à Disney para entrar na Universidade de Nova York em 2011. Segundo Dylan, "historicamente as estrelas do Disney Channel não sobrevivem bem fora do ambiente da Disney... Nós decidimos que deveríamos ter um curso superior".

A saída da Disney foi, de longe, um mar de rosas. A dupla contou que eles queriam produzir a última temporada da série, em que os gêmeos voltariam para o hotel onde tudo começou em Boston. Zack e Cody se inscreveriam para a faculdade, Cody entraria com facilidade e Zack, apesar de não conseguir passar em nenhuma universidade, seria bem sucedido no ramo dos negócios. Além do encerramento dos protagonistas, eles introduziriam um novo personagem que daria sequência a história, caso a Disney tivesse interesse. Mas os produtores vetaram e eles se sentiram humilhados: "Isso nos fez perceber que eles não tinham confiança na gente depois de todos esses anos. Praticamente riram da nossa cara, foram bem desrespeitosos".

Logo depois, os produtores ligaram e pediram para que eles voltassem e fizessem o roteiro do canal e, para a grande surpresa dos irmãos, era a mesma sinopse que eles tinham idealizado. "Era a mesma ideia, só que em vez de Boston, seria em Miami, com uma participação da Selena Gomez. Recusamos e essa foi a última reunião com a cúpula da Disney." Dylan explicou a saída da Disney num vídeo no YouTube - (Fonte: Coluna Bruno Astuto / Revista Época)

Os gêmeos Dylan e Cole Sprouse no Japão

Mães que deram à luz a trigêmeas em Belém precisam de doações

As trigêmeas de Tatiane Brito nasceram na quarta-feira, 25, em Belém, Pará. 
A mãe conta com a ajuda da irmã para cuidar das meninas / Foto Nilson Chucre

A nova Unidade Materno Infantil Dr. Almir Gabriel, conhecida como Nova Santa Casa de Belém, ganhou esta semana seis novas e especiais ocupantes. Dias antes do início da transferência das pacientes para o novo espaço, a Santa Casa registrou o nascimento das trigêmeas de Tatiane Brito, 25 anos, e Mônica Lopes, 23. A primeira deu a luz na noite da última quarta-feira, 25, e a segunda no dia 17, ambas de parto prematuro.

Proveniente do município de Moju, no nordeste paraense, Tatiane Brito descobriu que estava esperando trigêmeas durante um ultrassom feito aos cinco meses de gestação. "Quando soube que esperava três meninas, fiquei surpresa e bastante nervosa. O próprio médico tentou me acalmar na hora, mas eu não respondia", relembra. "Meu marido também ficou assim. Já tínhamos outros dois filhos para criar. Mas agora estou feliz, me sinto abençoada", diz.

A cesariana aos oito meses de gestação ocorreu um dia antes do início da transferência de pacientes para o novo prédio da Santa Casa. A equipe médica avaliou que Tatiane podia ser transferida para a unidade materno-infantil. Auxiliada pela irmã, que divide com ela a tarefa de cuidar das trigêmeas, Tatiane elogiou o trabalho desenvolvido pela Fundação.

"Estou muito feliz e me sentindo em casa nesse novo espaço - a enfermaria 11 da ala Santa Teresinha -, que é muito confortável. E a equipe daqui me atendeu muito bem e as minhas filhas estão com saúde, o que é mais importante". Os nomes das meninas ainda não foram escolhidos, mas a mãe já tem uma exigência: que todos iniciem com a mesma letra do seu nome.

Já a dona de casa Mônica Lopes, que veio de Castanhal, apresentou problemas de pressão alta durante a gravidez, que precisou ser interrompida aos sete meses. "Descobri que estava grávida de três meninas quando estava com cinco meses de gestação. Foi uma surpresa. Até então o ultrassom havia identificado apenas duas", conta Mônica. As trigêmeas estão na Unidade de Tratamento Intensivo da Neonatologia da Fundação, pois ainda requerem cuidados. De acordo com a enfermeira Rosana Nunes, as crianças precisam ganhar peso.

Doação - As duas recém-mamães se esforçam para se adaptar à nova realidade, mas por serem de famílias com poucas condições financeiras estão aceitando doações de produtos de higiene, fraldas, berços, leites ou mantas para as crianças. Quem quiser colaborar pode ligar no telefone (91) 4009.23.51 da Santa Casa.

Texto de Nilson Cortinhas - Santa Casa
Fone: (91) 4009-2258 / (91) 81347688
Email: nilsoncortinhas@gmail.com

"Fantástico" com Renata Vasconcellos e Tadeu Schmidt

Renata Vasconcellos (gêmea) e Renata Ceribelli (mãe de gêmeos)
Chico Pinheiro, pai de gêmeos
Nunca houve uma mudança tão grande no jornalismo da Rede Globo. Renata Vasconcellos (gêmea) deixa o 'Bom Dia Brasil' e passa a dividir a apresentação do 'Fantástico' com Tadeu Schmidt. Renata Ceribelli (mãe de gêmeos) sai do Show da Vida e passa a ser correspondente da Rede Globo em Nova York.

Zeca Camargo assume o comando do 'Video Show'. E Ana Paula Araújo, que atualmente apresenta o 'RJTV', fica no lugar de Renata Vasconcellos no 'Bom Dia Brasil', ao lado de Chico Pinheiro (pai gêmeos).
(Fonte: Coluna Leo Dias / O Dia)

sexta-feira, setembro 27, 2013

Menino argentino de 6 anos é reconhecido como transexual

Gabriela, a mãe (de costas) conversando com as autoridades
A presidente da Argentina, Cristina Kirchner, aceitou nesta quinta-feira (26) o pedido de uma mãe para mudar o nome na carteira de identidade de menino argentino de 6 anos, que desde os 2 se considera menina e alterar oficialmente de gênero e nome. Antes de recorrer à presidenta, os pais da criança já haviam feito o pedido para alterar o documento da criança, mas ele foi rejeitado três vezes pelo Registro de Pessoas da província de Buenos Aires. Um dos argumentos é que era preciso esperar a puberdade para tomar uma decisão.

A mãe, Gabriela, não desistiu e escreveu uma carta para a presidenta Cristina Kirchner e outra ao governador de Buenos Aires, Daniel Scioli. Hoje (26), a pedido do governo, o caso foi revisto e o pedido aceito. De acordo com a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República do Brasil, o transexual é aquele que "tem uma identidade de gênero diferente do designado no nascimento, tendo o desejo de viver e ser aceito como sendo do sexo oposto". Segundo o presidente da Comunidade Homossexual da Argentina (CHA), Cesar Ciugliutti "é o primeiro caso no mundo em que foi possível modificar o gênero de uma pessoa tão jovem em um documento sem recorrer à Justiça". Gabriela usou a Lei de Identidade de Gênero para embasar o caso do filho.

Aprovada em maio de 2012, a legislação permite a travestis e transexuais mudarem seus nomes nos documentos sem recorrer à Justiça. Pelas estimativas da Federação Argentina de Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais (FALGBT), a lei deve beneficiar 60 mil pessoas. "Esta foi a primeira vez que um Estado dá um documento novo a uma pessoa tão jovem, sem a intervenção de um juiz", disse a psicóloga Valeria Pavan em entrevista à Agência Brasil. Valeria é psicóloga da família há dois anos. "Conheci Lulu quando ela tinha 4 anos. Na época chamava-se Manoel e era um menino triste. Chorava muito, se escondia debaixo da cama, vestia uma camiseta da mãe, que nele parecia um vestido e colocava um pano na cabeça para fingir que tinha cabelos longos. Desde os 2 anos ele soube que queria ser menina", explicou.

Tanto Lulu, quando Manuel são nomes fictícios, que a família usou para divulgar o caso na imprensa, e para proteger a privacidade da criança. O primeiro que percebeu que Manuel era diferente dos outros meninos foi seu irmão gêmeo.
"Ele dizia à mãe que Manuel era uma menina, que só queria brincar de boneca, sem saber que estava dizendo uma verdade", disse Valeria Pavan. Segundo a psicóloga, as pessoas definem sua identidade cedo na vida. "Ouvi muitas histórias de vida, de adultos e adolescentes, que tem lembranças de como se sentiam mal, na própria pele, desde os 3 ou 4 anos. A novidade, neste caso, é que os pais deram ouvidos à criança. Na maioria das vezes, não dão" disse Valeria.

Antes de recorrer a Valeria Pavan, a família tentou outros psicólogos, que recomendavam terapias envolvendo uma maior presença do pai – para que Manuel pudesse se identificar mais com o sexo masculino. "Mas a criança ficava cada vez mais triste", conta a psicóloga. Até que, aos 4 anos, a mãe resolveu fazer a vontade do filho: passou a chamá-lo de Lulu e tratá-lo como menina. "Ela acha que tomou a decisão correta, porque antes tinha um menino triste, hoje ela diz que tem uma menina feliz", disse a psicóloga. Feliz, mas com problemas.

Apesar de Manuel ter sido bem aceito na escola, após mudar sua aparência e nome, ele passava por situações desconfortáveis em qualquer outro espaço público, onde tinha que apresentar um documento de identidade – como na sala de emergência de um hospital, lotada de crianças e seus pais. Com o novo documento, isso não voltará a acontecer. "Mas Lulu vai precisar de muito acompanhamento psicológico porque, apesar de o Estado ter aceito sua mudança de gênero e nome, ela não é igual às outras meninas. E vai ter que esperar até ser mais velha para fazer tratamentos hormonais ou cirurgias. Mas espero que esse caso, emblemático ajude outras famílias a ajudar seus filhos a sentirem-se cômodos com quem são", explicou a psicóloga Valeria Pavan.

A Argentina é pioneira na defesa dos direitos de homossexuais e transexuais. A Lei de Identidade e Gênero também prevê tratamentos com hormônios e cirurgias gratuitas para mudar de sexo em hospitais públicos. Antes mesmo da lei entrar em vigor, em 2011, Angie Beatriz Alvarez – uma agente da polícia de Rosário (no interior da Argentina) conquistou o direito de usar uniforme feminino no trabalho. Também houve o caso da primeira professora transexual da rede de ensino público da cidade de Buenos Aires: Jose D'Oro foi casado e pai de duas filhas mas há seis anos decidiu que preferia ser chamado de Melissa e vestir-se como mulher. A Argentina também foi um dos primeiros países a aprovar o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Por Fábio Massalli - Agência Brasil / EBC

Até onde ir à busca pela babá ideal?

Foto Ilustrativa
Comprovações de referências e até investigação sobre o dia a dia das candidatas fazem parte da procura por uma profissional. Saiba agir sem extrapolar limites do respeito e das leis:

Por menor que seja a quantidade de horas por dia em que os pais necessitem de ajuda para cuidar dos filhos, escolher uma babá é uma tarefa que pode causar preocupação e insegurança. Não é para menos: além dos pais confiarem o que têm de mais valioso – as crianças – a uma pessoa 'de fora', a todo momento surgem casos de flagrantes de maus tratos praticados contra os pequenos por profissionais mal-intencionadas. Para sair de casa com a tranquilidade de que os filhos estão sendo bem cuidados, pais e mães lançam mão dos meios que têm à disposição para contratar as candidatas ideais para sua família.

Os mais usuais são a indicação de amigos ou familiares e, de uns anos para cá, as agências de babás. Nestes casos, mesmo que as credenciais da potencial escolhida sejam boas, é comum os pais quererem conversar com os antigos patrões da candidata sobre sua personalidade e seu histórico na casa. "Cerca de 90% deles ligam para os telefones fixos dos empregadores anteriores. Nós checamos as referências e contatos e passamos a eles", conta Renata Simonetti, diretora da agência Alô Babá. "Esse feedback é importante até para saber se estão diante de uma pessoa mais sensível ou mais durona, como lidar e falar com ela".

Ainda pouco conhecido no Brasil, outro caminho é a investigação particular de referências, hábitos e círculos familiares e sociais das profissionais. O trabalho é diferente daquele realizado por detetives, como esclarece Rosângela Cruz, investigadora da Sewell, empresa que realiza esse tipo de trabalho. "Um detetive apresenta provas apenas; tira fotos que mostrem um deslize e acaba ali seu trabalho. Na investigação, fazemos um trabalho abrangente de checagem não somente de currículo e situação legal da pessoa, mas também de comportamento, de quem a rodeia. Entregamos um relatório detalhado para os clientes", afirma.

Qualquer que seja o modo escolhido, os pais precisam ficar atentos para não infringir a lei. O advogado Eli Alves da Silva, presidente da Comissão de Direito do Trabalho da Ordem dos Advogados do Brasil-São Paulo (OAB-SP), explica: "Se houver restrição ao acesso ao trabalho por algo como os lugares que frequenta, a babá preterida pode abrir um processo contra esses pais por danos morais e materiais. A rigor, ela só deve satisfações sobre o que faz durante o horário de trabalho, não em suas horas livres".

Tradicionais - A gerente de vendas Juliana Cardozo contou com a indicação de uma prima para contratar a babá que cuida de seu filho desde quando ele tinha seis meses de idade. "Ela veio recomendadíssima, mas eu quis checar por conta própria. Eu nunca havia conversado com ela até a primeira entrevista, como a colocaria dentro de casa assim, de cara?", questiona.

Além de telefonar para empregadoras anteriores à prima, Juliana monitorou a página do Facebook da candidata por duas semanas. Ela se justifica: "Precisava saber se ela era baladeira, por exemplo. Sei de histórias de babás que não aparecem para trabalhar na segunda-feira alegando doenças, quando na verdade estão de ressaca. As pessoas se revelam na internet". A moça foi contratada e, hoje, tem a confiança irrestrita de todos da família. "Ainda bem que deu certo, porque não entrevistei mais ninguém para a vaga", comemora.

Atualmente dedicada exclusivamente à criação das filhas Marianna, três anos, e Juliana, um ano, Izadora Meyer, fundadora da rede social mamaes.com, teve experiências diferentes. Ela lembra um episódio que classifica como 'uma tremenda furada' sobre uma indicação que recebeu certa vez: "A candidata me disse, por telefone, que havia saído de uma família que morava no mesmo prédio que nós. Depois da entrevista pessoalmente, meu marido me falou que não gostou dela e insistiu que eu conversasse com a outra mãe. Descobri que se tratava de uma vigarista que roubou, mentiu, causou confusão com a moça que trabalhava na casa há anos".

Para evitar chateações semelhantes, Izadora preferiu recorrer a uma agência de babás para encontrar profissionais com o perfil que desejava (com estabilidade na casa anterior, de preferência que tivessem saído porque as crianças cresceram). "Confiei no que me apresentaram e chequei as referências dos currículos. E, pra ser sincera, acho que coração e intuição ajudam muito. Deu certo", afirma ela, que conta com uma babá para cada filha.

Agências sérias não encaminham candidatas nem entregam dados que não sejam confiáveis para os pais. "A documentação delas é checada em 72 horas. Já as referências dependem muito da disponibilidade dos ex-empregadores, mas vale a pena esperar, já que os empregos anteriores montam a história dessa profissional", diz Renata Simonetti. Ela revela que o maior trabalho desse processo é filtrar as recomendações falsas. "Normalmente nem são crimes, mas é comum colocarem telefones de amigas ou parentes que falem bem delas".

Para alguns, no entanto, esse tipo de averiguação não é suficiente. É aí que entra em cena a investigação particular. Depois de duas passagens traumáticas, o advogado Claudio Camargo Penteado, pai de Felipe, de nove anos, e dos gêmeos Max e Leonardo, de quatro anos, não abre mão desse serviço. "A primeira funcionária que contratamos era uma babá-enfermeira que entrou no meu quarto de madrugada, completamente alterada, na terceira noite em casa. Depois disso descobri que ela havia sido demitida de um hospital por problemas psicológicos. A outra colocava remédios para dormir nas mamadeiras dos meninos", recorda.

Com relatórios de investigação em mãos, Claudio já deixou de contratar duas candidatas a babás e escolheu outras duas. "Tive meus motivos. Há quem diga que é bobagem, mas estamos falando de quem cuidará dos meus filhos, e nada é mais precioso que eles. Quem acha bobagem pode contratar às cegas. Da minha parte, considero um investimento que vale muito a pena, porque me traz paz". Em uma empresa como a Sewell, o preço desta paz é cerca de R$ 1500 por investigação.

Patrício Sewell, diretor do negócio, lista os problemas mais comuns encontrados quando uma candidata é investigada: "São mentiras nas informações, nas referências, no endereço residencial ou, mais frequentemente, pessoas dos círculos de convivência que podem representar um risco à família". Com base em observação minuciosa que dura de 10 a 30 dias é montado um relatório. "Entregamos ao cliente com a nossa recomendação. A decisão é sempre dele; se reprovarmos a moça, mas ele quiser contratá-la, é por sua conta e risco".

A investigadora Rosângela Cruz ressalta que seu trabalho é legal: "Não invadimos a privacidade de ninguém, porque seguimos na rua e em lugares públicos, nunca vamos para dentro da casa da candidata ou de seu namorado. Mas precisamos saber quem são essas pessoas. Às vezes, a profissional tem a ficha limpa, mas é envolvida com um cara barra pesada. Não é raro isso causar problemas, porque ela pode ser forçada a ceder um acesso". Patrício complementa: "Não colocamos grampos em telefones, isso é ilegal. Mas instalamos câmeras em lugares visíveis nos cômodos permitidos – todos, menos os banheiros – nas casas que já estão com a babá em período de experiência, por exemplo".

Eli Alves da Silva, da OAB-SP, alerta para os cuidados que os pais devem ter para, no afã de tentar se prevenir contra tudo, não extrapolarem os limites da legalidade. "Seguir uma pessoa não é contra a lei, mas se houver excesso, se atingir a liberdade dessa potencial babá, pode ser caracterizado o dano moral. Querer saber se o namorado é isso ou aquilo passa do limite do poder disciplinador do empregador", afirma. E tem mais: "Se ficar comprovado que a mãe discriminou uma candidata depois de investigação, é ela que é caracterizada como agente e responde por isso em um eventual processo, não a empresa".

A melhor solução para contratar com segurança e sem medo de incorrer em ilegalidade, na opinião do advogado, é conversar com os empregadores antigos ou, no caso de a pessoa não ter experiência, com quem possa falar sobre ela. Instalar câmeras de segurança nos cômodos em que a babá circule (menos no banheiro, não custa reforçar) também é uma boa estratégia para acalmar os pais. "Preferencialmente, a funcionária deve saber que essas câmeras existem. É importante, inclusive, comprovar a ciência dela sobre o assunto por escrito, em documento assinado pelas duas partes", aconselha.
Por Raquel Paulino – Portal iG São Paulo

quinta-feira, setembro 26, 2013

"Youth" Por Tom Shoval

Os atores David Cunio e Eitan Cunio interpretam os gêmeos Yaki e Saul
"Youth" vence como melhor filme israelense no Festival de Cinema de Jerusalém.

Yaki e Saul são gêmeos que compartilham uma conexão forte, quase telepática. A família passa por dificuldades financeiras e o pai caiu em profunda depressão. Os irmãos não suportam ver o sofrimento da família, até que Yaki se alista no exército israelense e recebe um rifle. Esta arma dá aos irmãos o poder que eles queriam – e de adolescentes desamparados, eles se tornam homens.

Tom Shoval
"Youth" (Juventude)
Título em Hebraico: Ha'noar
Roteiro e Direção: Tom Shoval
Elenco: David Cunio, Eitan Cunio, Gita Amely, Moshe Ivgy

O cineasta, professor e crítico de cinema, Tom Shoval nasceu em Israel em 1981. Graduou-se na escola de cinema e televisão em 2007. 'Youth' é seu primeiro filme.

Asree Gul nasceu com gêmeo parasita e foi operada no Afeganistão

Aos dois meses de idade, criança passa por cirurgia rara remover um crânio colado à sua cabeça. O caso é conhecido como 'Fetus in Fetu' ou Gêmeo Parasita.

A operação foi bem-sucedida, e a bebê recebeu alta do hospital da província de Nangarhar, no leste do país, na quarta-feira. Asree Gul é filha de produtores rurais no distrito de Chaparhar. Ela tem uma irmã gêmea que nasceu em perfeitas condições de saúde. Os médicos acreditam que um terceiro gêmeo estava se formando junto com elas, mas não conseguiu se desenvolver e morreu. O crânio deste terceiro bebê teria ficado colado à cabeça de Asree Gul antes do nascimento. Caso é chamado de Gêmeo Parasita ou 'Fetus in Fetu'.

Asree ao lado da irmã gêmea
A família da menina procurou os médicos, porque Asree Gul não conseguia dormir direito, e a família disse que estava sendo estigmatizada dentro da sua comunidade. O médico que liderou a cirurgia, Ahmad Obaid Mojadid, disse que foi a primeira vez que algo assim foi tentado no leste do Afeganistão. "Nós não temos equipamentos muito avançados, mas estamos muito felizes de realizar esta cirurgia com sucesso", disse ele. O médico decidiu operar o bebê gratuitamente, já que os pais não tinham dinheiro para cobrir os custos, em torno de R$ 9 mil.
Por Jafar Haand da BBC News em Cabul (Afeganistão)

quarta-feira, setembro 25, 2013

Vegetariana dá à luz trigêmeos após comer carne três vezes por dia

Os trigêmeos Max, Mia e Mason, filhos de Laura Dixon
Laura Dixon passou a comer frango, bacon e hambúrguer durante a gravidez

A vegetariana Laura Dixon, de 34 anos, deu à luz trigêmeos em sua última tentativa de fertilização in vitro. A mulher, que mora em Essex, no Reino Unido, acredita que tudo isso aconteceu quando ela passou a consumir três porções de carne por dia. As informações são do site 'Daily Mail'.

Durante 10 anos, Laura tentou engravidar, do modo tradicional, para realizar o sonho de construir uma família com o seu marido. Infelizmente ela não conseguiu, pois sofria de endometriose — doença que causa o desenvolvimento das células do revestimento do útero para fora da cavidade uterina. Além disso, a mulher também foi diagnosticada com ovários policísticos, uma condição comum que afeta a forma como os ovários trabalham

Sem desistir, a mulher resolveu fazer a sua primeira fertilização in vitro, mas não deu certo. Na segunda tentativa, ela sofreu um aborto espontâneo oito semanas depois. Já na terceira, Laura conseguiu engravidar. No entanto, os médicos advertiram de que ela corria um alto risco de aborto espontâneo, já que sofreu de hiperestimulação ovariana — condição que pode ocorrer na mulher após tomar medicamentos que estimulam os ovários.

Para que isso não acontecesse, Laura resolveu mudar os seus hábitos alimentares. Deixando de lado a sua vida de vegetariana, a futura mamãe aumentou os seus níveis proteínas comendo carne. Laura passou a consumir frango, bacon, hambúrguer e a comer diariamente no Mc Donalds. O desejo por carne foi tão grande que ela passou a comer três porções por dia. "Eu acordava meu marido no meio da noite e o fazia buscar um hambúrguer para mim"

A dieta rica em proteínas fez com que Laura tivesse uma gestação sem medo. Já na 35ª semana de gravidez, a mulher deu à luz a dois meninos, Max e Mason, e uma menina, Mia. Duas semanas após o nascimento, os pais foram autorizados a levarem os filhos para casa. Laura voltou a ser vegetariana, mas não deixou de ir ao McDonalds, pelo menos, para comer batata frita. (Fonte: Portal R7)

"Which is Which?" Por Katherine e Margaret King


As gêmeas idênticas Katherine e Margaret King, do estado americano de Mississippi, lançam seu segundo livro ('Qual é Qual?') igualmente cativante e hilariante ao primeiro: 'Y’all Twins' lançado em 2012.

Katherine se formou em 1970, fez mestrado em 1971 e se tornou professora de matemática no Campus da Oxford NWCC. Margaret se graduou em 1971 e se tornou professora de História. Ambas são membros da Igreja Metodista Unida de Oxford e participam de programas sociais para ajudar pessoas menos favorecidas.

"The Nelson Twins" Dani e Lizzy

As gêmeas Lizzy, à esquerda e Dani Nelson / Foto Jason Payne
As gêmeas canadenses Dani e Lizzy Nelson transformaram a dor da perda em uma linda mensagem de consolo e esperança às pessoas em todo o mundo, que perderam seus amigos e parentes em toda e qualquer circunstância. Dia 20 de julho passado, as irmãs publicaram no YouTube a canção "Dancing in the Sky" e já receberam mais de 1,5 milhões de acessos. Por Gordon Mcintyre / The Province

Dani e Lizzy Nelson nasceram e foram criadas em Vancouver, Canadá. Filhas do compositor Paul Hyde, as irmãs compartilham a vocação para cantar e compor músicas – estilo hip hop.

terça-feira, setembro 24, 2013

Pia e Chiara Kleemann

Pia e Chiara Kleemann
O diretor Philip Groning com as atrizes gêmeas
Cena do filme 'A Mulher do Policial"

O filme "Die Frau des Polizisten" (A Mulher do Policial, em tradução livre), de Philip Gröning, ficou mais conhecido como 'o alemão de três horas'. O filme foi dividido em 59 capítulos.

As separações foram claramente criadas para dar ao espectador um distanciamento e provocar uma proposta de quebra-cabeça com os pequenos flashes da vida de Christine (Alexandra Finder), seu marido, o policial Uwe (David Zimmershcied), e a pequena filha do casal, Clara.

O que aparentemente é uma relação familiar comum vai revelando aos poucos a violência de Uwe contra a mulher. Apesar de abusar da duração e de certas repetições, Gröning usa bastante rigor estético para mostrar um relacionamento doentio, mas também o amor entre mãe e filha.

As gêmeas Pia e Chiara Kleemann se revezaram no papel da personagem Clara.

Após perder óctuplos no parto, mulher entra em depressão

Mandy Allwood engravidou de óctuplos e perdeu todos no parto
Após morte de 8 filhos no parto, mulher se afunda em depressão e álcool

Mandy grávida de oito bebês
Há 17 anos, Mandy Allwood passou por um dos momentos mais terríveis de sua vida. Depois de dar à luz os seus óctuplos, ela perdeu cada um deles. Eles morreram em seus braços horas depois do parto. Por causa da dor e angústia da perda irreparável, ela vive em depressão e é viciada em álcool. Durante estes anos na tentativa de reconstruir sua vida, ao jornal Mirror, ela contou que já tentou se matar e sofreu inúmeras crises de depressão.

"Bebia demais para apagar a dor e tudo aquilo foi se transformando em um círculo vicioso. Não tinha nada para me apegar na vida. Já acordava com um copo de vinho na mão". Os seis meninos e duas meninas: Kypros, Adam, Martyn, Cassius, Nelson, Donald, Kitali e Layne, nasceram com apenas 24 semanas de gravidez. Aos prantos, ela relembrou o que sentiu quando perdeu os bebês. "Embalava cada um deles e morreram nos meus braços. Foi horrível. Verdadeiramente horrível".

Por causa da dependência, em 2009, Mandy foi levada a uma clínica de recuperação onde passou cinco meses."Quando eu cheguei lá, o médico me explicou o perigo que eu estava correndo e que eu poderia morrer. Isso era mesmo o que eu estava tentando fazer. Não via como sair da minha profunda depressão". Porém, após algum tempo, ela conta que percebeu que precisava 'se recompor'. "Eu pensava: 'Vamos lá, Mandy, organize sua vida fora".

Apesar da força de vontade para mudar de vida, Mandy afirma que ainda tem seus dias de depressão. "Às vezes eu simplesmente não consigo falar com ninguém. Mas eu estou tentando levar a vida a diante agora. Mesmo hoje em dia quando estou nas profundezas do desespero, falo para mim mesma: 'Vamos, Mandy, tomar aquele banho e parar de pensar nisso".

Hoje, Mandy toma antidepressivos e ajuda a um pequeno círculo de amigos que também sofrem de depressão. "Perder todos os meus bebês, foi absolutamente horrível. Mas se eu puder ajudar outras pessoas, pelo menos é alguma coisa". 
(Fonte: Portal R7)

segunda-feira, setembro 23, 2013

2º Encontro de Gêmeos em Curitiba (PR)

Foto do 1º Encontro de Gêmeos em Curitiba
Como foi postado aqui, em julho de 2012 aconteceu o Primeiro Encontro de Gêmeos na capital do Paraná, organizado pelos gêmeos Mario Vicente e José Mario Bonacin. Este ano, os irmãos convidam novamente, todos os gêmeos (idênticos ou não) e familiares, para participar do encontro.

Data: 6 de outubro de 2013
Horário: das 14h00 às 18h00
Local: Jardim Botânico de Curitiba
OBS: Se chover, o evento será remarcado.

A dica é que os gêmeos compareçam (de preferência) com roupas iguais ou com apetrechos e fantasias parecidas. Mais informações você encontra na página do evento no Facebook.

Gêmeos nascem com 30 meses de diferença no Reino Unido

Richard Norman com a esposa e os filhos 'gêmeos' Charlie e Georgina
Em Geddington, no Reino Unido, um jovem casal teve filhos gêmeos, só que um nasceu em Maio de 2010 e o outro em Novembro de 2012. O pai das crianças, Richard Norman, foi diagnosticado com câncer em 2007 e decidiu congelar o esperma, o que tornou possível este 'milagre'.

As crianças foram concebidas através da fertilização in vitro. Neste procedimento são gerados pré-embriões que depois são colocados na cavidade uterina. Charlie e Georgina são considerados gêmeos, pois foram embriões gerados ao mesmo tempo e através do mesmo esperma, que o pai congelou quando soube que tinha câncer nos testículos. No entanto os primeiros pré-embriões foram colocados no útero materno em setembro de 2009, de onde nasceu Charlie, e os restantes foram implantados em janeiro de 2012, dando origem a Georgina.

Entrevistada pelo jornal britânico Daily Mail, a mãe dos gêmeos comentou: "Meus filhos são idênticos, mas quando as pessoas olham para eles não acreditam que foram concebidos ao mesmo tempo". Em 2007, quando Richard Norman foi diagnosticado (aos 26 anos) com câncer nos testículos, ele viu que correria o risco de não realizar o sonho de ser pai. "No início pensei que fosse um tumor inofensivo, que ia desaparecer com antibióticos, mas algumas semanas depois de ter iniciado o tratamento não houve melhorias. A notícia caiu como uma bomba na minha cabeça. Nunca esperamos uma situação destas. Foi muito difícil aceitar que eu tinha câncer", disse Richard Norman ao jornal britânico, Daily Mail.

Os médicos explicaram ao casal que a única solução para tentarem ter filhos no futuro seria congelar o esperma de Richard, e teria de ser feito rapidamente, pois com os tratamentos ele deixaria de ser fértil. "Se Richard não tivesse congelado o esperma, Charlie e Georgina certamente não teriam nascido. Um ciclo de fertilização in vitro em cada bebê, com três anos de diferença, é um resultado espetacular", disse Rahnuma Kazem, diretor e médico do CARE, centro de fertilidade britânico.

Após vários anos fazendo quimioterapia, Richard está curado desde Abril de 2003. Poucos meses depois, ele e a mulher iniciaram o processo de fertilização in vitro. "Eles são muito unidos e quando estiveram mais crescidos, vamos contar como foram marcantes seus nascimentos", revela a mãe, que acrescenta que os filhos 'tem personalidades muito diferentes'. (Fonte: http://www.rcmpharma.com)

"Idênticos" Por Scott Turow

O escritor e advogado Scott Turow nasceu em Chicago, dia 12 de Abril de 1949. Ele já escreveu onze livros, sendo nove de ficção. Suas obras foram traduzidas para mais de vinte idiomas, vendendo mais de 25 milhões de cópias. Vários de seus livros foram adaptados para o cinema. Graduado pela Amherst College em 1970, Turow deu aula de escrita criativa na Universidade de Stanford até 1975, quando entrou na Faculdade de Direito de Harvard. Em 1977, escreveu seu primeiro livro, "O Primeiro Ano - Como se Faz um Advogado", relatando suas dificuldades e desafios no primeiro ano de faculdade.

Trabalhou como assistente no U.S. Attorney onde participou de diversas investigações criminais, principalmente em casos de corrupção. Em 1986, desligou-se do U.S. Attorney e passou a escrever livros de ficção que abordavam temas jurídicos. Foi presidente do Authors Guild (associação de escritores dos Estados Unidos), entre 1997 e 1998. Atualmente é sócio do escritório de advocacia Sonnenschein Nath & Rosenthal. Todas as histórias escritas por Scott Turow se ambientam no fictício condado de "Kindle County".

Sobre seu novo livro, "Idênticos", ele diz ter se inspirado no mito grego dos gêmeos Castor e Pólux e no fato de sua mãe ter perdido um dos filhos gêmeos durante um parto:

"Fiquei fascinado com o tema de gêmeos desde essa história (da perda de um dos irmãos no parto). Quando terminei ‘O Inocente’, alguém havia tido gêmeos idênticos e resolvi escrever sobre essa relação. Cass e Paul são gêmeos e a história começa quando Cass sai da cadeia após cumprir pena por ter matado a namorada e Paul está se candidatando à prefeitura. Daí, surge a questão se Paul também não estaria envolvido na morte daquela mulher", revelou o autor. (Fonte: Último Segundo)

sexta-feira, setembro 20, 2013

Waldick Soriano foi pai de gêmeos em 1966

Filhos gêmeos de Waldick Soriano
O ícone da música popular brasileira, Eurípedes Waldick Soriano, nasceu em Caetité (Bahia), dia 13 de maio de 1933. Filho de Manuel Sebastião Soriano, Waldick foi abandonado pela mãe - fato marcante de sua infância. Na sua cidade natal, o cantor sempre foi tratado com certo menosprezo. Aristocrática, Caetité mantinha apenas nas camadas mais populares uma fiel admiração. Lá, ele foi pai de um casal de gêmeos, de forma quase despercebida, em 1966. Em meados da década de 90, porém, a cidade teve num político o resgate do filho ilustre.

Em Caetité viveu sua juventude, sempre boêmia, até um incidente num clube local, que o fez buscar o destino fora da cidade. Desde muito novo era um inveterado namorador e aventureiro e, seguindo o caminho de muitos sertanejos, foi tentar a vida em São Paulo. Antes de ingressar na carreira artística, trabalhou como lavrador, engraxate e garimpeiro. Apesar das dificuldades, conseguiu se tornar conhecido nos anos 50 com a música "Quem és tu?". Ele se destacava por suas canções sobre dor-de-cotovelo e seu visual revolucionário para a época: sempre usava roupas negras e óculos escuros.

Seu maior sucesso foi "Eu não sou cachorro não", que foi regravada em inglês macarrônico por Falcão. Também se tornaram conhecidas outras músicas suas, tais como "Paixão de um Homem", "A Carta", "A Dama de Vermelho" e "Se Eu Morresse Amanhã". A posição quase marginal que o ritmo 'cafona' ocupou mereceu uma análise mais acurada e científica, já na 5ª edição, pelo historiador e jornalista Paulo César de Araújo. Intitulado "Eu não sou cachorro, não - Música popular cafona e ditadura militar", a obra traz, já em seu título, uma referência a este cantor e sua música de maior sucesso. Ali o autor contesta, de forma veemente, o papel de adesista ao regime de exceção implantado a ferro e fogo no Brasil pelos militares, por parte dos músicos 'bregas'. Waldick, segundo ele, é um dos exemplos, tendo sua música "Tortura de Amor" censurada em 1974, quando foi por ele reeditada. Apesar de ser uma composição de 1962, o regime não tolerava que se falasse a palavra 'tortura'...

Patricia Pillar e Waldick Soriano
Em 2007, Patrícia Pillar dirigiu um documentário sobre o cantor, 'Waldick, Sempre no Meu Coração'. Em 2006, Waldick foi diagnosticado um câncer de próstata. Em 4 de setembro de 2008, ele faleceu no Instituto Nacional do Câncer (Inca), em Vila Isabel, zona norte do Rio de Janeiro.

Família Clemes no Rock in Rio

Johnny e Carina com os filhos gêmeos Isabelle e Johnny Jr no Rock in Rio
A julgar pelo tipo de programação do Rock in Rio nesta quinta-feira (19), que traz ao palco bandas roqueiras como Metallica, Ghost B.C. e Sepultura, todo mundo poderia pensar que o público presente fosse composto por pessoas mais maduras. No entanto, a cidade do Rock está infestada de pré-adolescentes e jovens, acompanhados, é claro, de seus pais.

É o caso dos gêmeos Isabelle Clemes e Johnny Clemes Júnior, de 13 anos, que vieram de Rondônia para assistir aos shows desta noite acompanhados do pai, Johnny Clemes, e da mãe, Carina Clemes. Todos roqueiros de carteirinha. "Desde que eles estavam no útero já ouviam rock. É só o que toca lá em casa", conta o patriarca, que, de tão fã do gênero musical, escreve nas provas que aplica para seus alunos universitários letras de músicas dos Titãs, Charlie Brown Jr. e Raul Seixas. Por Carolina Barbosa / Veja Rio

quinta-feira, setembro 19, 2013

"Paralelos" Leonardo Alkmim

Jovem descobre ter morrido no lugar de seu irmão gêmeo

A morte não existe! Em um terrível acidente, Alexandre morre, mas seu irmão gêmeo Vitor, inacreditavelmente, sobrevive. Só que, ao despertar em outra dimensão, Alexandre descobre que deveria ter sido salvo e Vitor morrido. O que não se esperava é que esse equívoco colocaria em risco todo o funcionamento do cosmos. Em mundos paralelos, os gêmeos terão de lutar para restaurar o equilíbrio do Universo e aceitar o que a vida e a morte proporcionaram para ambos.

Romance de estreia de Leonardo Alkmim, Paralelos trata sobre vida após a morte, dimensões paralelas e aceitação - lançado pela Editora Geração.

Por Ligia Braslauskas / Portal R7

quarta-feira, setembro 18, 2013

Gustavo e Nívea Soares aguardam gêmeos!

Nívea Soares
A cantora Nívea Soares anunciou, nesta terça-feira (17) que está grávida de gêmeos.

A gestação já está no quarto mês, e a cantora afirma que ela e o marido, Gustavo Soares, estão plenamente satisfeitos com a novidade. "A gente tem vivido momentos de muitas mudanças, momentos em que o novo de Deus tem vindo sobre nós, sei que vai ser tempo de muita alegria". 

Nívea disse ainda que ela e Gustavo estão gratos a Deus pelo presente: "O Senhor nos trouxe bênção maravilhosa, mais do que nós esperávamos, dois bebês". No vídeo, Nívea pede pela sua família: "Orem pelos nossos filhinhos para que a bênção e a graça do Senhor seja sobre eles".

Gustavo e Nívea Soares
Há pouco tempo a cantora sofreu um aborto espontâneo e precisou ficar internada por alguns dias. Na ocasião, Nívea e Gustavo pediram orações através das redes sociais, e divulgaram uma nota resumindo o que havia acontecido, tranquilizando os admiradores. Por Tiago Chagas (via @gospelmais)

Nívea da Costa Soares é compositora, apresentadora e cantora gospel. Ela nasceu em Belo Horizonte dia 25 de julho de 1976 – é a caçula entre cinco irmãos.

"Gone Girl" Por David Fincher

Carrie Coon será irmã gêmea de Ben Affleck em "Gone Girl"
Emily Ratajkowski e Robin Thicke em cena do video de 'Blurred Lines'
Emily Ratajkowski, a modelo que contracena com o cantor Robin Thicke no clipe de "Blurred Lines", interpretará a amante do personagem de Ben Affleck em 'Gone girl', novo filme de David Fincher. Segundo a revista Empire, a inglesa fará o papel de Andie, uma universitária por quem Nick Dunne, um homem casado e mais velho, irá se apaixonar. Depois de iniciar um caso com a jovem, ele se torna suspeito de ter encomendado o assassinato da esposa, Amy (Rosamund Pike), quando esta desaparece misteriosamente.

O elenco do filme inclui ainda Neil Patrick Harris, Tyler Perry, Kim Dickens, Patrick Fugit e Carrie Coon, que será a irmã gêmea do personagem de Ben Affleck. Ainda sem data anunciada, 'Gone girl' tem estreia prevista para 2015. Este será o primeiro filme de Ratajkowski, que tem 21 anos. Antes, a modelo fez apenas uma ponta não creditada em 'A year and a day', em 2005, e participou de episódios das séries 'iCarly' e 'New girl'. (Fonte: G1)